O laboratório da menina debruçada sobre a vida...
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
O cachorro
terça-feira, 27 de setembro de 2011
O disfarce é de quem?
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Os contos modernos, sem fadas.
Soube que o Lobo Mau paga o aluguel e visita, quase todas as tardes, a casa dos Três Porquinhos. Eles tomam juntos, cheios de formalidades, o chá da tarde e partilham o pão que o diabo amassou. A verdadeira versão é que os Três Porquinhos não iam se dar o trabalho de construir suas casinhas, e então, fizeram um acordo. Com ninguém menos que a sua maior ameaça! Aliás, com a Loba... Foi o que eu soube e juro ser verdade. Ele é ela, o lobo. Pra fazer um acordo tão cheio de fel só podia ser uma fêmea sedenta de amor, bizarramente apaixonada por um dos porquinhos, é claro! Onde já se viu, duas espécies completamente diferentes numa junção carnal? Sim, porque a Loba Mau é uma autêntica coroa cansada de fazer papéis secundários. E o porquinho do meio não nega o espírito de porco. A velha fábula na versão original já dizia: construa a sua casa – ela pode ser simples e ter dado um trabalhão, mas é melhor do que ser refém do Lobo. A Loba, que é velha de guerra, já morria de inveja da Chapeuzinho Vermelho na outra história. A menina era esbelta, com a pele sem manchas e o Caçador era louco por ela. Mas, quem diria que o Caçador curtia uma bagunça “de leve” e a Loba, muito puta da vida, sabia que era só a diversão do Caçador. Como a Chapeuzinho era uma tonta! O Caçador foi seu primeiro amor e passava o maior discurso na pobrezinha. Na verdade, ele já tinha experimentado a maioria das suas coleguinhas da aldeia. Então, a menina apaixonada levava os doces para a avó do Caçador, que na realidade era uma trambiqueira de mão cheia. A Loba prometeu jogar tranca com a velhota, prover a sua geladeira com carne de primeira (coisa que o médico tinha proibido a Chapeuzinho de levar) e garantiu a compra dos remédios que amenizassem a dor daquele corpo prostituto. Combinaram que um engoliria a outra sem mastigar, para por a Chapeuzinho Vermelho numa fria. Claro, a culpa de tudo era da menina ingênua de gorrinho cor da paixão. Foi ela quem cedeu a insistência da Loba e foi pelo caminho indicado sem grandes alternativas. No fim deu tudo certo? Quem não tem boa intenção gosta sempre de induzir as pessoas ao erro. A Loba escapou pra outra história. Mais uma lição: não se meta com um Caçadores promíscuos. Se eles se importassem com alguém não manteriam nenhum tipo de relações com Lobas que possam engolir quem mais amam. Desconfie da mulher que o criou, ela pode ser uma velhinha do cifre furado e ainda terminar a história com uma cara de vítima do holocausto, de olhinhos condescendentes.
Eu conheci pessoalmente o João, aquele João do Pé de Feijão. Sabia que ele se arrependeu de roubar a Galinha dos ovos de ouro? Eles tiveram um caso de amor por longos anos, mesmo o João sabendo que havia roubado o gigante e podia ser esmagado a qualquer momento. Mas a mãe do João, quem nem nome tem na história, era tão pobrezinha, de espírito e de moral, que preferiu arriscar a vida do próprio filho. E ela não deu bronca no João por causa do roubo da galinha, não! Ela queria mais é vender os ovos, comprar roupas de marca, se empanturrar de comida. Claro, que o cú da Galinha não é de ferro e não demorou muito ela logo tratou de ciscar por outras bandas. Tinha enjoado do João (ele engordou o que não tinha engordado no conto de João e Maria, ficando cheio de estrias). Enjoou também da sogra tirana que queria um ovo após o outro, e foi arranjar um galo. Tinha que ser um galo novo, claro, um galo rapazote. Se o galo descobre que a galinha ainda põe uns ovos pro João, ele enforca o João no Pé de Feijão. Convenhamos que a galinha não é imortal, fato que está com tudo frouxo, né? Melhor ter um ovo frito na mão dos que seus dois ovos pendurados... Ainda mais pelo galo que não tem nada a ver com isso, pois na verdade, o ouro pertence ao gigante. Mas enfim, quem avisa amigo é.
Batendo um papo com o Grilo Falante, ele me disse que João era primo do Pinóquio. Pelo amor de Deus, nem assim se aprende que mentir é. É feio e ainda põe quem se gosta na barriga de uma baleia. Aquele papo de fumar, beber até cair, sair pra bagunça e virar burro, se lembram? No fim que ninguém te contou, a fada Azul desfez o encanto de toda aquela galera que ficou relinchando... Eles viraram crianças bonitinhas novamente, mas ficaram muito muito nervosos. Resultado: a fada está respondendo um processo. Querem a diversão novamente com direito ao não uso das orelhas e rabo de equino. Até o Pinóquio, que nem menino de verdade queria mais ser, fumava um baseadinho e enchia a cara para fugir um pouco da realidade. A fada quase morre de desgosto. E os Setes Anões, hein? Sabia que os Sete Anões eram um só? Claro que eram, você quem não percebeu. Eu sou bipolar, mas o anão principal tinha múltiplas personalidades. Temos psicólogos aqui, ou você acha que é brincadeira inspirar vocês? Vide o alterego Dunga, que com aquela cara de bobo, andar dez pras duas, se fez muito de retardado pra que a Branca de Neve desse a ele atenção especial. O Soneca era a fase que só dorme, vive bocejando para se esquivar dos assuntos importantes do lar e não ajuda ninguém a arrumar a casa. O Zangado quebra tudo e gosta de ser estúpido até mesmo quando a Branca de Neve é carinhosa com ele – na verdade ele é meio sádico. Esta tríplice é a mais memorável, não é? Pois eu dou uma maçã para quem adivinhar como ele se suicidou quando a Branca se encheu o saco de ser empregada dele e pagar a conta da cabana sozinha, porque ele trabalhava e comia como se fosse sete, mas queria pagar só a parte de um.
Por falar em maçã, a Bruxa da Branca de Neve é um derivado da Loba. Ela com aquela paranoia toda de ser a mais bela, etecetera e tal, jamais ia se transformar numa velha mendiga. Pasmem, a velha mendiga que levou a maçã era a vovozinha da Chapeuzinho Vermelho, vulgo mãe do João. A escrava miserável da Bruxa faz todas as maldades se for bem paga. Preciso dizer quem era aquele Caçador que tinha que levar a Branca à floresta e arrancar seu coração? Nem preciso! Claro, no fim ele não teve coragem de fazer isso, porque arrastava um bonde pela Branca. E voltou à sua vidinha de dar um trato na Bruxa de vez em quando... Ele era infeliz, mas ainda assim garantia a sua parte. Então, a mendiga era a mãe do Caçador e eles moravam de favor no Castelo da Bruxa. Eles podiam muito bem ter a vidinha simples, mas feliz (olha as chances que a vida dá). Mas não haveria ares de majestade valsando brilhantes. Credo! Parece que essa aí é infalível, vou te contar...
Agora, falando do mundo real, porque eu tenho esse dom de palmilhar por aqui e por alí: o que tem de gente que ainda assim prefere morder a maçã envenenada, não tá no gibi...É impressão minha ou os vilões ficam menos frustrados porque as pessoas não estão mais tão dispostas a combatê-los? E eles mantém suas maldades por muito mais tempo, não é? Até os amiguinhos da Dorothy estão tendo dificuldades em gerir as suas conquistas depois dos finais que vocês veem. O mundo moderno é tão esquisito (o leão deixou sua coragem escapar, o homem de lata enferrujou o próprio coração e o espantalho tem preguiça de pensar). Se um sorriso forjado já basta pra compor um engano, hoje as bruxas colocam silicone, ajeitam o nariz, aparam rugas, parcelam a progressiva, fazem as pazes com o espelho e postam fotos sensuais numa coisa chamada Facebook. Se isso bastasse, mas não. A gente não as vê direito. E eu achava melhor poder ver o feio como feio. Mas ainda há quem não creia em contos de fadas. São os que acham que é mais fácil olhar o lado conveniente que acompanha os vilões e tirar proveito também. As princesas começam a ficar cada vez mais avulsas, preferem experimentar vários príncipes e trocar de reino, sempre ocupadas estudando ou trabalhando e os príncipes preferem não correr o risco de casar com as mulheres que saibam ler, que vão questionar sobre porque chegaram de madrugada e que vão ensiná-los a esfregar sua própria cueca. Isso é um prato cheio pra qualquer feiticeira má, mesmo que você seja a singela Cinderela e tenha todos os ratos e passarinhos a seu favor. Algumas princesas andam melhor a cavalo. Alguns príncipes cozinham melhor. Uns optam pela bruxa e deixam a princesa na torre. E outros ainda, acreditam no golpe do baú não na moral da história. Outras já cortam o caminho com o Caçador mesmo. Agora também tem príncipe com príncipe e princesa com princesa... Mas sinceramente, eu queria mesmo é saber qual o propósito do aumento de glúteo masculino. Eles põem uma bexiga dura por trás do músculo, e... Bom, deixa pra lá. Talvez isso os impeça de galopar nos moldes tradicionais dos cavaleiros.
É curioso como os contos de fadas evoluem bastante, já ouvi dizer que transbordam para o mundo real. Eu não duvido não. Vejo cópias da Rainha de Copas gritando “Cortem-lhe a cabeça!”. É horripilante. Me parece que aí nessa Terra do Nunca, nunca tem jeito pra nada. E eu duvido que você não conheça muitos destes personagens em carne e osso. Eu só acho que as pessoas deviam dar mais atenção aos contos de fadas. Efeito colateral? Acho que as pessoas pararam de acreditar nos finais felizes e nas pessoas certas. Eu acho que cada um acredita no que quer, constrói o que pode e admite o que convém. Bem, eu confesso que não tenho certeza, porque a lagarta ainda me pergunta: “Quem és tu?”.
Com amor, Alice. Direto do País das Maravilhas.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
ADAM SANDLER no Brasil?


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Fazendo pipoca
Rubem Alves é, em verdade, um gênio. Este texto é um tesouro, uma benção, as vezes, ideias assim me cheiram a milagres. Seu semblante ameno e sereno me vem a mente toda vez em que estouro pipocas. Engraçado... Não, não é engraçado.

A culinária me fascina. De vez em quando eu até me até atrevo a cozinhar. Mas o fato é que sou mais competente com as palavras do que com as panelas.
Por isso tenho mais escrito sobre comidas que cozinhado. Dedico-me a algo que poderia ter o nome de "culinária literária". Já escrevi sobre as mais variadas entidades do mundo da cozinha: cebolas, ora-pro-nobis, picadinho de carne com tomate feijão e arroz, bacalhoada, suflês, sopas, churrascos.
Cheguei mesmo a dedicar metade de um livro poético-filosófico a uma meditação sobre o filme A Festa de Babette que é uma celebração da comida como ritual de feitiçaria. Sabedor das minhas limitações e competências, nunca escrevi como chef. Escrevi como filósofo, poeta, psicanalista e teólogo — porque a culinária estimula todas essas funções do pensamento.
As comidas, para mim, são entidades oníricas.
Provocam a minha capacidade de sonhar. Nunca imaginei, entretanto, que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu.
A pipoca, milho mirrado, grãos redondos e duros, me pareceu uma simples molecagem, brincadeira deliciosa, sem dimensões metafísicas ou psicanalíticas. Entretanto, dias atrás, conversando com uma paciente, ela mencionou a pipoca. E algo inesperado na minha mente aconteceu. Minhas idéias começaram a estourar como pipoca. Percebi, então, a relação metafórica entre a pipoca e o ato de pensar. Um bom pensamento nasce como uma pipoca que estoura, de forma inesperada e imprevisível.
A pipoca se revelou a mim, então, como um extraordinário objeto poético. Poético porque, ao pensar nelas, as pipocas, meu pensamento se pôs a dar estouros e pulos como aqueles das pipocas dentro de uma panela. Lembrei-me do sentido religioso da pipoca. A pipoca tem sentido religioso? Pois tem.
Para os cristãos, religiosos são o pão e o vinho, que simbolizam o corpo e o sangue de Cristo, a mistura de vida e alegria (porque vida, só vida, sem alegria, não é vida...). Pão e vinho devem ser bebidos juntos. Vida e alegria devem existir juntas.
Lembrei-me, então, de lição que aprendi com a Mãe Stella, sábia poderosa do Candomblé baiano: que a pipoca é a comida sagrada do Candomblé...
A pipoca é um milho mirrado, subdesenvolvido.
Fosse eu agricultor ignorante, e se no meio dos meus milhos graúdos aparecessem aquelas espigas nanicas, eu ficaria bravo e trataria de me livrar delas. Pois o fato é que, sob o ponto de vista de tamanho, os milhos da pipoca não podem competir com os milhos normais. Não sei como isso aconteceu, mas o fato é que houve alguém que teve a idéia de debulhar as espigas e colocá-las numa panela sobre o fogo, esperando que assim os grãos amolecessem e pudessem ser comidos.
Havendo fracassado a experiência com água, tentou a gordura. O que aconteceu, ninguém jamais poderia ter imaginado.
Repentinamente os grãos começaram a estourar, saltavam da panela com uma enorme barulheira. Mas o extraordinário era o que acontecia com eles: os grãos duros quebra-dentes se transformavam em flores brancas e macias que até as crianças podiam comer. O estouro das pipocas se transformou, então, de uma simples operação culinária, em uma festa, brincadeira, molecagem, para os risos de todos, especialmente as crianças. É muito divertido ver o estouro das pipocas!
E o que é que isso tem a ver com o Candomblé? É que a transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação porque devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho da pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer, pelo poder do fogo podemos, repentinamente, nos transformar em outra coisa — voltar a ser crianças! Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo.
Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e dureza assombrosa. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro. Pânico, medo, ansiedade, depressão — sofrimentos cujas causas ignoramos.Há sempre o recurso aos remédios. Apagar o fogo. Sem fogo o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pense que sua hora chegou: vai morrer. De dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: PUF!! — e ela aparece como outra coisa, completamente diferente, que ela mesma nunca havia sonhado. É a lagarta rastejante e feia que surge do casulo como borboleta voante.
Na simbologia cristã o milagre do milho de pipoca está representado pela morte e ressurreição de Cristo: a ressurreição é o estouro do milho de pipoca. É preciso deixar de ser de um jeito para ser de outro.
"Morre e transforma-te!" — dizia Goethe.
Em Minas, todo mundo sabe o que é piruá. Falando sobre os piruás com os paulistas, descobri que eles ignoram o que seja. Alguns, inclusive, acharam que era gozação minha, que piruá é palavra inexistente. Cheguei a ser forçado a me valer do Aurélio para confirmar o meu conhecimento da língua. Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
Meu amigo William, extraordinário professor pesquisador da Unicamp, especializou-se em milhos, e desvendou cientificamente o assombro do estouro da pipoca. Com certeza ele tem uma explicação científica para os piruás. Mas, no mundo da poesia, as explicações científicas não valem.
Por exemplo: em Minas "piruá" é o nome que se dá às mulheres que não conseguiram casar. Minha prima, passada dos quarenta, lamentava: "Fiquei piruá!" Mas acho que o poder metafórico dos piruás é maior.
Piruás são aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
Ignoram o dito de Jesus: "Quem preservar a sua vida perdê-la-á".A sua presunção e o seu medo são a dura casca do milho que não estoura. O destino delas é triste. Vão ficar duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo a panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.
Quanto às pipocas que estouraram, são adultos que voltaram a ser crianças e que sabem que a vida é uma grande brincadeira...
"Nunca imaginei que chegaria um dia em que a pipoca iria me fazer sonhar. Pois foi precisamente isso que aconteceu".
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Lançamento do Livro do Lázaro

sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Faça parte de algo MAIOR.
Viva a poesia, viva!
21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
17 de agosto, terça-feira, das 15h às 17h - Rua L Estande 44.
Exclusivamente neste dia e horário, você conhece o autor Welton de Souza (pode apostar que é um privilégio) e já pede o seu autógrafo!
Esta preciosidade (o livro, mas não o autógrafo) também está disponível para venda no site:
http://www.allprinteditora.com.br/
Entrevista com o autor em:
http://www.poetasdevidro.wordpress.com/
Claro que não poderia deixar de mencionar (haha) que você encontrará meus comentários de marciana na orelha do livro. Foi uma grande honra e surpresa para mim, assim claro, como uma peripécia do autor.
Comprove!
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Distância
Transfusão
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Propriedade Privada

segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Despetalar
Sou desfeita
Na eleita
Mas nunca elegível
Opium união
Rarefeita.
Intrometida
Na navalhada
Coalhada
Pela posse perfeita.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Sobre Michael Jackson


Michael Jackson
THERE'S A PLACE IN YOUR HEARTHá um lugar em seu coraçãoAND I KNOW THAT IT IS LOVEE eu sei que ele é o amorAND THIS PLACEE nesse lugarCOULD BE MUCH BRIGHTER THAN TOMORROWPode estar o mais brilhante amanhãAND IF YOU REALLY TRYE se você realmente tentarYOU'LL FIND THERE'S NO NEED TO CRYVocê irá descobrir que não precisa chorarIN THIS PLACENesse lugarYOU'LL FEEL THERE'S NO HURT OR SORROWVocê irá sentir, que não há mágoa ou tristezaTHERE ARE WAYS TO GET THEREHá caminhos para chegar láIF YOU CARE ENOUGH FOR THE LIVINGSe você se importa muito com a vidaMAKE A LITTLE SPACECrie um pequeno espaçoMAKE A BETTER PLACE ...Crie um lugar melhor( REFRÃO )HEAL THE WORLDCure o mundoMAKE IT A BETTER PLACEFaça dele um lugar melhorFOR YOU AND FOR MEPara você e para mimAND THE ENTIRE HUMAN RACEE toda a raça humanaTHERE ARE PEOPLE DYINGHá pessoas morrendoIF YOU CARE ENOUGH FOR THE LIVINGSe você se importa muito com a vidaMAKE A BETTER PLACEFaça um lugar melhorFOR YOU AND FOR MEPara você e para mimIF YOU WANT TO KNOW WHYSe você quer saber por queTHERE'S A LOVE THAT CANNOT LIEExiste um amor que não pode mentirLOVE IS STRONGO amor é forteIT ONLY CARES OF JOYFUL GIVINGE só cuida das dádivas alegresIF WE TRY WE SHALL SEESe nós tentarmos, nós veremosIN THIS BLISS WE CANNOT FEELNesta felicidade nós não sentimosFEAR OR DREADMedo ou receioWE STOP EXISTING AND START LIVINGParamos o existir e começamos a viverTHEN IT FEELS THAT ALWAYSEntão sentimos que sempreLOVE'S ENOUGH FOR US GROWINGBastante amor nos faz crescerSO MAKE A BETTER WORLDEntão faça um mundo melhorMAKE A BETTER WORLD ...Faça um mundo melhor( REPETE REFRÃO )AND THE DREAM WE WERE CONCEIVED IN WILL REVEAL A JOYFUL FACEE o sonho que nós concebemos ... eevelará um rosto alegreAND THE WORLD WE ONCE BELIEVED IN WILL SHINE AGAIN IN GRACEE o mundo que uma vez nós acreditamos irá brilhar de novo em graçaTHEN WHYEntão por que...DO WE KEEP STRANGLING LIFENós sufocamos a vida ?WOUND THIS EARTH CRUCIFY ITS SOULFerimos esta Terra, crucificamos esta almaTHOUGH IT'S PLAIN TO SEEMas é claro ver...THIS WORLD IS HEAVENLYQue este mundo é divinoBE GOD'S GLOWÉ a luz de DeusWE COULD FLY SO HIGHNós podemos voar tão altoLET OUR SPIRITS NEVER DIENunca deixar nossas almas morreremIN MY HEARTEm meu coraçãoI FEEL YOU ARE ALL MY BROTHERSEu sinto vocês todos meus irmãosCREATE A WORLD WITH NO FEARCrie um mundo sem medosTOGETHER WE CRY HAPPY TEARSJuntos nós choraremos lágrimas de alegriaSEE THE NATIONVeja a naçãoTURN THEIR SWORDS INTO PLOWSHARESTransforme suas espadas em aradosWE COULD REALLY GET THERENós poderíamos realmente conseguirIF YOU CARE ENOUGH FOR THE LIVINGSe você se importa muito com a vidaMAKE A LITTLE SPACECrie um pequeno espaçoMAKE A BETTER PLACE ...Crie um lugar melhor( REFRÃO 3 VEZES )HEAL THE WORLDCure o mundoMAKE IT A BETTER PLACEFaça dele um lugar melhorFOR YOU AND FOR MEPara você e para mimAND THE ENTIRE HUMAN RACEE toda a raça humanaTHERE ARE PEOPLE DYINGHá pessoas morrendoIF YOU CARE ENOUGH FOR THE LIVINGSe você se importa muito com a vidaMAKE A BETTER PLACEFaça um lugar melhorFOR YOU AND FOR MEPara você e para mimYOU AND FOR MEPara você e para mim.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Telepática

terça-feira, 31 de março de 2009
Crise Mundial - NETO (diretor de criação e sócio da Bullet).


Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Conto A mangueira e O balde.

sábado, 21 de março de 2009
Pérolas Manoélicas
Avistando a Igreja São Domingos Sávio, que está sempre fechada, Manu que tem paixão por igrejas, pede para entrar. Contornando a igreja, avistamos as portas fechadas. Vejo a decepção já arqueando suas delicadas sobrancelhas, então, com desprezo, ela me lança:
"Ah, que coisa é essa? A gente só queria entrar. A gente não tá aqui fora fazendo malandragem, né mamãe?"
Então sugeri dar a volta e entrar pela lateral, que na verdade é para a pastoral e secretaria:
"É! Vamos dar a volta... (pensativa, dá de ombros) Jesus não quer abrir..."
Então, achamos uma entrada e a recepção vazia. Corremos para a porta lateral e adentramos a igreja vazia.
"Mamãe, hoje o padre não vai dar aula?"
Eu já me mijando de rir, respondi que não.
"Então, eu posso tocar um pouco de bateria?"
Dia desses, depois de dar-lhe uma bronca:
O que?
"Sobre a minha educação. Há há há."
Brincando com uma abelha:
Manu, se a abelha fôsse menina, ela seria...
"Rainha."
E se fôsse menino?
"Reeeei!Que nem eu, quando eu era pequena eu era macho. Depois eu cresci e virei menina..."
Sobre o Pasquale Cipro Neto, na TV Cultura:
"Mamãe, este cara é um chato."
"Sabe, mamãe, quem fazeu o Sítio do Pica-Pau Amarelo?
(... neste momento me restou sorrir de satisfação e esperar a resposta)
Foi o Homem Lobato!"
Manu, onde moram os índios?
"Os índios moram na América do Suco, a América do Planeta, na terra do Brasil. E se escondem atrás da Mata."
Manu, que é um Lemuri?
"O Zooboo."
E onde ele mora?
"Na terra de Madagascar."
Sobre uma borboleta que avistamos no caminho da escola:
"Olha, mamãe, a Josi!"
Que Josi, filha?
"A Butterfly, ué!"
Boas Vindas
segunda-feira, 16 de março de 2009
Provérbio Árabe
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Cursos grátis
Vamos lá!
Cursos em tecnologia online, grátis com certificado intel.
http://www.nextgenerationcenter.com/v3/web/curso.php
Curso de Alemão com áudio MP3 e apostilas em pdf. Dá para baixar o áudio no celular. Nível iniciante ao avançado. http://www.dw-world.de/dw/0,,2594,00.html
Direitos Humanos e Mediação de Conflitos, Produção Científica das Mulheres Negras, etc. Presidência da República - certificado.http://cursos.educacaoadistancia.org.br/
Curso de Francês do MEC - língua e cultura http://francoclic.mec.gov.br/
Várias línguas online grátis. Beem bacaninha este site! Recomendo. http://www.livemocha.com/
Aqui há uma lista dos cursos oferecidos, muitos de graduação, extensão, livres, pós, pagos e gratuitos. Também menciona se há certificação ou mesmo reconhecimento. http://www2.abed.org.br/d_cursos.asp
Por fim, este site traz universidades que promovem cursos gratuitos, mas estão em inglês. Vale a pena fuçar.
http://education-portal.com/articles/Universities_with_the_Best_Free_Online_Courses.html
Assim que descobrir outras oportunidades, estarão disponíveis aqui! Bons estudos!




